
O ouro e a prata pegaram carona na valorização do petróleo e bateram recorde ontem em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio, especialmente na Líbia. Na contramão das altas, as ações das companhias aéreas brasileiras TAM e Gol despencaram com a disparada do petróleo.
Ontem, o ouro à vista rompeu o patamar psicológico de US$ 1.400 por onça-troy, sustentado por compras técnicas e pela renovada confiança nas perspectivas de curto prazo para o metal precioso. Um movimento acima da máxima atingida em dezembro (US$ 1.431,30) parece ao alcance, com observadores do mercado prevendo uma alta na direção de US$ 1.500 por onça-troy.
Dci.com.br

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